Agri

O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, recebeu na quinta-feira, 20 de Setembro corrente, em Maputo, cartas credenciais de oito novos embaixadores.

Foram acreditados os embaixadores Sylvain Bayalama, da República do Congo; Chigozirije Nnenne Iwuji-Eme, do Reino Unido da Grã Bretanha e Irlanda do Norte; Khalid Ibrahim Abdulaziz Shohail Alqahtani, dos Emiratos Árabes Unidos; Nuala O’brien, da Irlanda; Abdulmalek Ali Abdurrahman Alyosfi, da Arábia Saudita; Henny Fokel De Vries, dos Países Baixos; Carmen Buján Freire, da Espanha e António Sanchez-Benedito Gaspar, da União Europeia.

 

Embaixador designado da República do Congo, Sylvain BayalamaEmbaixador designado da República do Congo, Sylvain Bayalama Chigozirije Nnenne Iwuj-Eme - Reino da Grã-Bretanha e Irlanda do NorteChigozirije Nnenne Iwuj-Eme - Reino da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte
   
Khalid Ibrahim Abdulaziz Shohail Alqahtani - Emiratos ÁrabesKhalid Ibrahim Abdulaziz Shohail Alqahtani - Emiratos Árabes Nuala O’brien - IrlandaNuala O’brien - Irlanda
   
Embaixador designado do Reino da Arábia Saudita, Abdulmalek Ali Abdurrahman AlyosfiEmbaixador designado do Reino da Arábia Saudita, Abdulmalek Ali Abdurrahman Alyosfi Henny Fokel De Vries - Paises BaixosHenny Fokel De Vries - Paises Baixos
   
Carmen Buján Freire - EspanhaCarmen Buján Freire - Espanha António Sanchez-Benedito Gaspar - União EuropeiaAntónio Sanchez-Benedito Gaspar - União Europeia

 

Em declarações à imprensa, após as acreditações, o Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, José Paheco, disse que os diplomatas acreditados manifestaram interesse em fortalecer a cooperação nas áreas económica, de saúde, educação, água e saneamento, entre outras.

 

“Foram passadas em revista várias matérias, sobretudo no que diz respeito a fase que se segue ao desarmamento, desmilitarização e reintegração. Contamos com o apio de grande parte destes países que tiveram a honra e a oportunidade de apresentar as cartas credenciais” realçou.

 

O Ministro José Pacheco revelou que a União Europeia deverá desenpenhar um papel relevante neste processo, tendo em conta que este bloco se comprometau a prestar assistência técnica e financeira ao processo de pacificação, no âmbito da sua actual abordagem de financiamento directo a projectos especificos.

 

A União Europeia dispõe de um fundo de cerca de 300 milhões de euros para financiar projectos específicos de desenvolviento, incluindo a pacificação. (UCI)